Projeto
Corrente de Ammor:
O
Projeto Corrente de Ammor tem como objetivo enviar cartas para as pessoas
que estão passando por momentos difíceis, como doenças,
perdas ou mudanças bruscas em suas vidas, como uma forma de ofertar
suporte emocional e conforto espiritual. Este projeto abrange todas
as cidades brasileiras e, quando há sevitas com fluência
em outros idiomas, outros países também.
Geralmente
as pessoas escrevem sobre os ensinamentos da Amma ou escrituras. O intuito
não é mudar a crença de ninguém, mas sim,
apoiar. Existe um cadastro de pessoas que receberão as cartas
do projeto periodicamente e também a categoria: “somente
uma carta”. Ocasionalmente, o grupo de sevitas (voluntários)
escritores pode se reunir para o envio de uma carta específica
para alguém que está passando por um momento delicado
de sua vida.
Se
você tem interesse em participar do grupo de escritores do Projeto
Corrente de Ammor, ou gostaria de sugerir alguém para receber
cartas, envie um email para "correntedeammor@hotmail.com"
com os seguintes dados:
Nome
completo, Telefone, Cidade que reside, e idioma além do português.
Ou, quem gostaria de receber uma ou mais cartas, o motivo e endereço
completo.
Responderemos
seu email com muita alegria, com todas as informações
necessárias sobre o projeto.
Depoimentos
de alguns voluntários:
Ana Cristina:
O que mais me encantou em toda a obra e ensinamentos da Amma foi a importância
que ela dá ao trabalho voluntário. Os desafios e alegrias
que encontramos neste caminho são realmente muito transformadores.
Ao estimular o contato mais próximo entre pessoas tão
diferentes através do trabalho voluntário, Amma nos dá
uma oportunidade incrível de auto-conhecimento. Meu
trabalho no Insitituto Fazer é dar aula de yoga para as crianças
uma vez por semana. Embora elas sejam muito pequenas, entre 3 e 4 anos,
tento fazer com que este seja um momento de brincadeira e alegria. Incentivo
muito para que todos contem suas histórias e expressem seus sentimentos.
Meu desejo é que eles guardem uma lembrança boa da nossa
aula e torço para que a sementinha do yoga seja plantada em seus
corações.
Prânada:
Sobre o trabalho de preparar sopa para a Revivarte, considero um trabalho
feito em conjunto, pois envolve a minha mãe, o meu filho e minha
amiga Roseli. O trabalho começa na segunda-feira quando compro
os alimentos, depois quando chego em casa, Roseli lava tudo e deixa
numa vasilha para quando eu retornar da prática dos "mil
nomes" e poder cortá-los. Neste trabalho, conto com ajuda
do meu filho Dilson, separamos os legumes em vasilhas diferentes conforme
o tempo de cozimento e deixamos dentro d'água para que no dia
seguinte, minha mãe e Roseli coloquem na panela para cozinhar.
Sempre estamos alegres e cantando, ou ouivindo música, para o
alimento 'ser feliz' para aqueles que irão come-lo. Todos nós
mexemos a sopa para não grudar no fundo, e quando fica pronta
colocamos numa vasilha. Levamos para o carro e entregar ao Nilo e um
pouco para meus tios, pois aproveito o dia da sopa da Revivarte e levo
para os meus tios idosos também. Eles estão muitos velhos
e com dificuldade de se alimentar. O Nilo então, leva de Niterói
para o Rio - para Revivarte, mas antes da comida sair da minha casa
nós rezamos e pedimos a Deus e a Amma que aquele alimento seja
abençoado, e ajude a todos que irão se alimentar dele.
Alair:
Meu seva
me disponibiliza acompanhar as crianças sempre que necessário
(normalmente uma vez por semana) a instituições culturais
como museus e centros culturais. Nesta oportunidade, mostro às
crianças as obras de arte e aproveito para falar nas profissões
(técnicas) de infra-estrutura para que aquela exposição
aconteça. Após a visita, motivo-as a se expressarem artisticamente
através do uso de papel e lápis cera.
Uma tarde por semana, trabalho na sala da biblioteca com as crianças,
utilizando manifestações artísticas, respeitando
as possibilidade da faixa etária das turmas: Pintura; Origame;
Contação de Histórias; e explorando as tendências
daqueles mais desinibidos para demonstrar seus potenciais artísticos,
como cantar, dançar, desenhar e contar uma história. Penso
no futuro, transformá-los em atores para as festas do Instituto.
Participo ativamente das campanhas de apadrinhamento de crianças
em datas específicas do calendário festivo, fazendo a
divulgação e conseguindo padrinhos para as crianças.
Neste momento estou empenhada num projeto de captação
de livros infantis para enriquecer a biblioteca do Instituto Fazer.
Obrigada por esta oportunidade de me fazer feliz em compartilhar desse
projeto.